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Arquivos da Categoria: Noticias

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Bico fino ganha destaque no inverno da Julia Mezzetti

Com muita delicadeza e sensualidade, calçados oferecem design e conforto para as consumidoras.

Reconhecida pela altíssima tecnologia e produtos diferenciados, a marca Júlia Mezzetti investe continuamente em qualidade, matéria prima e atendimento. Para a coleção da temporada fria, a empresa ficou atenta ao cenário internacional e propôs algumas tendências para as mulheres brasileiras.

O destaque fica por conta do bico fino, que aparece em sapatilhas e scarpins, em variados estilos. Para as mais modernas, a opção flat metalizado é ótima para compor looks mais informais, junto à calça jeans e camisa. Além dos metálicos, versões em couro e verniz aparecem nas cores preto, vermelho e nude. Para quem busca um visual mais sensual, scarpins com detalhes em texturas e tachas formam uma composição perfeita.

A coleção conta também com botas, anabelas, oxfords, espadrilles e sandálias. Com muitos detalhes e recortes, os calçados são fabricados pensando essencialmente no conforto e na praticidade. Outra tendência forte incorporada pela marca são as amarrações, que aparecem em diversos modelos. A linha completa já está disponível nas revendedoras Julia Mezzetti em todo o Brasil.

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Birigui tem saldo positivo de contratações neste ano

O número de contratações no setor calçadista de Birigui/SP nos últimos meses já é motivo de comemoração para alguns empresários. Levantamento do Sindicato das Indústrias do Calçado e Vestuário da cidade (Sinbi) indica um saldo positivo de mais de 750 vagas de trabalho neste ano.

Segundo o presidente Carlos Mestriner, as contrações representam uma reposição das mais de 3 mil vagas fechadas no segmento em todo o ano passado.  “Os números que aconteceram são um sinal positivo de retomada. Tivemos muitas perdas no passado e objetivo maior agora é recuperar os postos perdidos”, afirma.

O cortador Renato Bezerra voltou a trabalhar depois de três meses desempregado. Ele conseguiu a vaga em uma fábrica de calçados que fez 31 contratações neste ano. “Quando a crise atingiu o pico, diversificamos a produção. Estamos com os pés no chão, mas vamos ter crescimento em 2017 e mais contratações”, diz o gerente Gilson Marques.

Outra fábrica, que vende calçados para mais de 20 países da América Latina, Ásia e Oriente Médio, espera que as exportações aumentem 30% neste ano, se comparadas com 2015, o que já tem reflexo nas contratações. De janeiro até novembro, a empresa aumentou em 5% o número de novos funcionários, e este índice deve continuar crescendo. “O cenário econômico é de crescimento e vamos contratar mais pessoas”, afirma o gerente Rafael Menezes.

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Black Friday movimenta mais de R$ 1,5 bilhão no Brasil

Crescimento superou a expectativa do varejo de faturar R$ 978 milhões.

De acordo com a ClearSale, empresa que monitora as vendas do Black Friday no Brasil junto com a organizadora do evento, a Busca Descontos, neste ano as vendas do varejo online na data atingiram R$ 1,5 bilhão, mais de 70% a mais que os R$ 872 milhões registrados em 2014.

O resultado superou, e muito, a expectativa inicial de faturar R$ 978 milhões – 12% sobre o ano passado. A região Sudeste foi a que registrou maior volume de vendas (63%), seguida de Nordeste (14%) e Sul (13%). As reclamações neste ano foram menores. O site Reclame Aqui registrou 4.400 queixas contra 12 mil em 2014.

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Bohemian lifestyle é destaque no Verão da Valentina

Materiais diferenciados e detalhes únicos conferem à coleção um conceito despojado e muito cool.

Para o Verão 2017, a Valentina buscou inspiração em detalhes cuidadosos, com materiais diferenciados e que prometem conquistar o coração de muitas mulheres. O bohemian lifestyle aparece em bordados exclusivos nas alpargatas, sapatilhas, sandálias, rasteiras, tênis, anabelas e plataformas.

A seleção de modelos da marca é guiada por três principais conceitos. O universo do mundo clean chega com a Natural Beauty, que traz à tona a riqueza do natural, com materiais como crochê, corda, lona e linho, em uma cartela de cores composta pelos skin tones A linha transmite a personalidade forte da mulher brasileira, que unifica diferentes estilos e culturas em perfeita harmonia.

Já o conceito New Romance evidencia o lado delicado e feminino das construções românticas, que voltam repaginadas e são forte tendência na estação. Flores delicadas com cores discretas ou flores exóticas são combinadas a detalhes como laços, amarrações e rendas, que estampam os principais modelos da linha.

Em contrapartida, o Etnic Boldness apresenta uma nova cara da tendência étnica, muito mais imponente e ousada. O apelo rústico é dado a partir de cores fortes, padronagens em jeans, desgastadas e desfiadas. Os detalhes ficam por conta dos barbicachos, franjas, pompons e amarrações no tornozelo.

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Bolsas Gloss têm inspiração nas musas do cinema

Inspirada nas musas que emprestam brilho e glamour à história do cinema, a Gloss (Estância Velha/RS) apresenta para o outono-inverno 2014 uma coleção de bolsas especiais: cada modelo foi batizado com o nome de uma estrela. Brigitte, Audrey, Salma, Marilyn e Keira são exemplos.

A inspiração retrô, que se faz presente nos itens em diferentes formatos, remete a estilos consagrados nas décadas de 1940, 1950 e 1960. Outra característica são as proporções medianas, tanto nos modelos de estruturas rígidas, quanto nos maleáveis. Estampas de répteis são presença forte, com destaque para o maxicroco.

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Bordados e materiais naturais protagonizam as plataformas da Valentina

Além de fashion, o salto plataforma ganha pontos pelo conforto. Para o verão 2017, a Valentina elegeu o modelo entre os hits da coleção. Combinado com diferentes cores e texturas, ele figura entre sandálias e espadrilles que apostam na estética boho renovada, revelando composições onde bordados e materiais naturais são os protagonistas.

As estampas para a temporada são ricas em detalhes. Conferindo uma exuberância única para as construções, o Paisley, padronagem que une diversos elementos da cultura indiana, traz o revival dos anos 70 para saltos e cabedais trabalhados em tons como marinho, pink e caramelo. As mandalas também chamam a atenção entre as opções, consagrando a sintonia entre diferentes formas geométricas.

Construções mais delicadas e com pigmentos naturais, como o nude em diferentes tonalidades, surgem exibindo crochê, rendas estruturadas, cordas, linha e cortiça, além de amarrações características das espadrilles. O jeans não poderia ficar de fora. Considerado um clássico do closet feminino e sinônimo de atemporalidade, o material marca sandálias com superfícies desgastadas e costuras aparentes. Quando aos detalhes, barbicachos representam o DNA tendência boho, conferindo movimento e um charme a mais para os lançamentos.

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Bota do mundo acontece dia 15, em Novo Hamburgo

Os últimos detalhes para a realização da primeira Bota do Mundo de futebol, que acontecerá no próximo dia 15, no Estádio do Vale, em Novo Hamburgo/RS, foram definidos em reunião entre a Equipe Abicalçados e Smile Flame na tarde de ontem (3). A iniciativa, que visa proporcionar a inclusão de crianças cadeirantes em uma verdadeira Copa do Mundo, tem o apoio da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), Coopershoes, Exclusivo, Instituto Carlos Duarte e Esporte Clube Novo Hamburgo, Kildare, Ortopédica Catarinense, Paquetá, Perestroika, Prorrogação, New Profissionais da Imagem, Rádio Atlântida e SPR.

Antecedendo o evento, será realizado um sorteio para definição das 16 duplas de ídolos do futebol e crianças e as respectivas seleções. O encontro será na AACD, em Porto Alegre/RS, às 14 horas do dia 11 de dezembro.

Para colocar o nome no projeto, empresas e pessoas físicas podem ajudar através do Catarse (catarse.me/botadomundo). As empresas podem, ainda, colaborar com uma cota de patrocínio a partir de R$ 3 mil.

Projeto

O projeto Bota do Mundo está chamando ídolos do futebol que formarão duplas com crianças cadeirantes. Cada dupla será uma seleção da Copa do Mundo de 2014 e disputará, em pênaltis, o título do torneio. As crianças poderão chutar a bola graças a uma bota especial desenvolvida pela Coopershoes. Alguns nomes já confirmaram presença: Tinga, ídolo do Internacional e atualmente no Cruzeiro; Nei, ex-jogador do Internacional e atualmente no Vasco da Gama; João Afonso, jogador do Internacional; Chicão, jogador do Novo Hamburgo; Mazaropi e Espinosa, ídolos do Grêmio; e os ex-jogadores  Volmir (dupla Grenal), Daniel Franco (Internacional) e Gavião (Grêmio).

SERVIÇO

Sorteio das duplas e chaves: 11/12, às 14hs, na AACD (rua Professor Cristiano Fischer, 1510 – Jardim do Salso, Porto Alegre/RS)

Evento:  15/12, a partir das 14hs, no Estádio do Vale, em Novo Hamburgo/RS. Show de abertura com banda a ser confirmada.

Ingressos: R$ 5 para público em geral. Cadeirantes/responsáveis e crianças menores de 10 anos isentos. Os ingressos serão vendidos nas bilheterias do Estádio do Vale no dia do evento.

Participantes: 16 duplas formadas por ídolos e crianças cadeirantes selecionadas pela AACD

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Botas de cano curto contrastam com as modelagens que sobem acima dos joelhos.

Dijean irreverente para o inverno

Entre as novidades que a Dijean (Parobé/RS) lança na Couromoda, estampas animal print, metais dourados, detalhes especiais e uma paleta que privilegia tons terrosos, preto, azul, coral e groselha são os destaques da linha que segue as vertentes da moda.

Botas de cano curto contrastam com as modelagens que sobem acima dos joelhos. Na linha Trip, os chinelos recebem estampas motivadas pela cultura, tropicalidade e pontos turísticos do Brasil, embalados pelo clima de Copa do Mundo, mas fugindo do tradicional

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Bottero lança mais três calçados da coleção Em Família

Inspirada nas personagens da novela das 21 horas, da rede Globo, Em Família, a marca de calçados Bottero acaba de lançar mais três modelos para a coleção “Em Família”. A fotógrafa Marina, interpretada por Taína Müller, ganhou sapatilha amarela com detalhe dourado no cabedal e mistura de materiais, como nobuck e verniz. O jeito autoritário da Miss Lauren, interpretada por Betty Goffan, inspirou a marca a criar um sapato com salto grosso e de altura média, também confeccionado em nobuck e verniz. A bota de cano curto bege foi feita pensando na domadora de cavalos Ana, interpretada por Camilla Camargo. Os pares já estão à venda em todas as lojas da marca.

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Brasileiro vai gastar mais de R$ 43 bilhões com sapatos em 2014

Existem pelo menos 8 mil empresas atuando no mercado hoje em dia, mas ainda há espaço para começar e crescer

Pode ser apenas um detalhe no produto. Mas quem pretende investir em uma marca de sapatos no Brasil precisa de um diferencial para abocanhar parte dos R$ 43,4 bilhões previstos para serem gastos no setor este ano, 7,6% a mais em relação ao ano anterior, segundo dados do Ibope. Além disso, o empreendedor precisa saber que a concorrência é grande: são mais de 8 mil empresas, 94% micro e pequenos negócios.

“O setor sempre oferece uma oportunidade e acolhe novas propostas de empresas que tenham capacidade de apresentar algo diferente”, destaca o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein.

O professor de acessórios de moda da Faculdade Santa Marcelina, Guto Marinho, reforça o coro da diferenciação. “Na primeira aula eu pergunto: ‘Quais serão os diferenciais competitivos? Por que eu vou comprar o seu e não o dele? Qual será seu apelo?’”, destaca. O conforto da peça também é fator crítico para o sucesso. “A criação de um produto não envolve apenas se ele é mais bonito que o outro. Ele pode até vender porque é bonito, mas se machucar o pé o cliente não vai voltar.”

A empresária Luiza Perea já encontrou seu nicho. Na marca que leva seu nome, ela apostou em sapatos femininos confortáveis, feitos artesanalmente com design atemporal e saltos baixos. “Vemos que esse mercado é muito carente. Muitas clientes falam que os sapatos que as escolhiam e não elas escolhiam os sapatos”, diz Luiza, que conta atualmente com a irmã Mirela como sócia.

Hoje, a marca tem uma loja na Vila Madalena e prepara o lançamento do e-commerce no próximo mês. As irmãs vendem entre 200 e 230 pares de sapatos por mês, com preços que oscilam entre R$ 450 e R$ 500. A aposta de Sandro Yamada também é no calçado artesanal. E bem artesanal. É ele quem cuida de todo o processo de fabricação e faz questão de costurar os sapatos a mão. “A produção é lenta. Tiro as medidas, converso com o cliente sobre a necessidade, gostos. Faço a modelagem, uma prova e, quando estiver tudo ‘ok’, vou fazer o original”, conta Yamada, que leva até 35 dias para finalizar cada par de calçados.

Quando Yamada começou a produzir os sapatos, a maioria dos clientes era de homens. “Até porque comecei a fazer botas para mim e o público masculino não é tão bem atendido como o feminino. Agora está quase igual”, conta o empresário.

O preço de venda reflete o modelo de produção e os pares custam entre R$ 2 mil e R$ 5 mil. Por trabalhar com produtos exclusivos, ele não descarta a criação de uma segunda marca, que envolva uma técnica de fabricação mais simples a fim de atender um público maior.

Já o design diferenciado dos sapatos fez a Louloux ressurgir no mercado. Depois da crise de 2008, o empresário Cristiano Bronzatto passou a usar as sobras de materiais de coleções anteriores e voltou a crescer. Atualmente, a marca tem três lojas, produz 6 mil pares de sapatos por mês e planeja uma operação em Londres. “A marca tem um DNA muito forte. Temos um produto que as pessoas identificam na rua”, conta Bronzatto, que vende sapatos com preço médio de R$ 169.

Pequenos

A designer Daniela Gums, por outro lado, aposta em itens para crianças com até seis anos. “Eu sempre trabalhei como estilista e quando meus filhos nasceram eu tive dificuldade de encontrar calçados fáceis de calçar e que encantassem”, conta a empresária. Ao encontrar um nicho, ela resolveu abrir a Amoreco, um pequeno negócio que produz de acordo com a demanda, atualmente em 2 mil pares por mês.

Fonte: Estadão

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Brasileiros gastam mais de R$ 22 bilhões em calçados

De acordo com estudo da FecomercioSP, as mulheres investem R$ 12 bilhões em sapatos por ano, 20% a mais do que os homens.

Em 2014, os brasileiros gastaram pouco mais de R$ 22 bilhões com calçados, sendo as mulheres responsáveis por R$ 12 bilhões, enquanto os homens desembolsaram R$ 10 bilhões. Os dados fazem parte do estudo realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e foram estimados com base em informações da Pesquisa de Orçamento Familiares (POF), do IBGE.

Segundo a assessoria econômica da Federação, o estudo revela uma quebra de paradigma em relação ao valor gasto pelas mulheres. Elas, de fato, consomem mais que os homens, mas a diferença é de apenas 20%. Adicionalmente, as diferenças se concentram no tipo de calçado e na classe de renda mais elevada.

Quando dividido por renda, o estudo aponta que é na classe A que há a maior discrepância: apesar de representar apenas 4% da população, essa parcela de famílias responde por 19% do consumo de calçados femininos, sendo que as mulheres gastam 107% a mais com calçados do que os homens, de modo que o estereótipo de gastos com sapatos pelas mulheres provavelmente deriva do comportamento identificado no grupo de renda mais elevada.

No sentido oposto, a classe E é a única faixa de renda cujo cenário contrapõe o senso comum. As mulheres gastam 4% a menos com calçados do que os homens, que despendem 50% de tudo o que gastam com calçados em tênis. Com base no gasto de todas as classes, os homens compram R$ 6 bilhões em tênis e apenas R$ 4 bilhões em outros calçados. Já as mulheres despendem apenas R$ 2,5 bilhões com tênis e quase R$ 10 bilhões em outros calçados.

 

Fonte: Francal.com.br

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Brasileiros preferem TV a internet

A televisão é o meio predileto de comunicação dos brasileiros (76,4%), seguido da internet (13,1%). Os dados fazem parte da Pesquisa brasileira de mídia 2014 – Hábitos de consumo de mídia pela população brasileira, divulgada na última sexta-feira, dia 7, pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República.

Com o objetivo de saber por quais meios de comunicação o brasileiro se informa e também para subsidiar a elaboração da política de comunicação do governo federal, o Ibope Inteligência ouviu 18.312 pessoas em 848 municípios entre os dias 12 de outubro e 6 de novembro do ano passado. O levantamento custou R$ 2,4 milhões.

Segundo a pesquisa, apesar de os usuários de internet passarem mais tempo navegando que os telespectadores passam assistindo a programas na TV, o alcance da televisão é muito maior que o da web nos lares brasileiros: só 3% dos entrevistados disseram não assistir nunca a televisão. No caso da internet, 53% dos entrevistados afirmaram não ter o hábito de acessar a rede mundial de computadores.

De acordo com a sondagem, de segunda a sexta-feira, os internautas ficam, em média, três horas e 39 minutos na internet, enquanto os telespectadores passam três horas e 29 minutos vendo TV. Os que ouvem rádio nesse período dedicam três horas e sete minutos a esse hábito e os que leem jornais impressos, uma hora e cinco minutos.

Ainda segundo a pesquisa, enquanto 21% dos entrevistados com renda familiar de até um salário mínimo acessam a rede semanalmente, o índice sobe para 75% entre os que têm renda superior a cinco salários mínimos.

Os mais escolarizados também levam vantagem: 87% dos entrevistados com nível superior disseram que têm acesso à internet pelo menos uma vez por semana. Por outro lado, só 8% dos entrevistados que cursaram até a 4ª série acessam a rede mundial de computadores ao menos uma vez por semana.

Outro dado da pesquisa revela que 75% dos entrevistados nunca leem jornais e 85% nunca leem qualquer revista. Apenas 6% dos brasileiros entrevistados disseram ler jornais diariamente. Mesmo em baixa, o jornal impresso é o veículo apontado como de  maior credibilidade: 53% das pessoas consultadas responderam que confiam sempre, ou muitas vezes, nos jornais.

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Brazilian Footwear promove ação em parceria com Ipanema na Expo Milão

Iniciativa inclui customização de sandálias da marca e um bate-papo do ativista criativo Edson Matsuo com estudantes de Design

A indústria calçadista brasileira está bem representada no Pavilhão do Brasil na Expo Milão. De 24 de agosto a 4 de setembro, o Brazilian Footwear, programa de promoção de exportações de calçados brasileiros desenvolvido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) promove, em parceria com a marca Ipanema, a ação “Brazilian Footwear e Ipanema na Expo Milano”. A iniciativa envolve visitantes da Expo e dezenas de estudantes das renomadas escolas italianas de design ModaPelle Academy e ARS Sutoria School em atividades diferenciadas, que convidam os participantes a soltarem sua criatividade e ainda propõem momentos de aprendizado e troca de ideias.

A primeira fase da ação, denominada Árvore Social, ocorre de 24 a 26 de agosto e consiste na customização de sandálias Ipanema pelo público presente no evento, que para tal terá à sua disposição diversos adereços decorativos, como fitas, lã, miçangas, linhas, lantejoulas, correntes, entre outros. Ao final desse período, as melhores customizações serão devolvidas à árvore para fins de exposição. A Árvore Social seguirá exposta no espaço até o próximo dia 4 de setembro. A exposição também será replicada para a feira theMicam, para onde serão levadas algumas das sandálias customizadas durante a Expo Milão.

Após as exposições, as sandálias serão recolhidas e encaminhadas para doação à ONG Save The Children.

Em um segundo momento, a ação levará ao pavilhão brasileiro o ativista criativo da Ipanema e de outras marcas da Grendene, Edson Matsuo, que participará de um bate-papo com turmas de moda das escolas italianas de design ARS Sutoria School e ModaPelle Academy sobre Desobediência Criativa na Crise e Design-to-serve. “Queremos aliar o potencial de imagem da Expo Milão, que é um dos maiores eventos do mundo, a oportunidades de promoção de imagem para as marcas calçadistas do Brasil, gerando visibilidade às nossas empresas e, principalmente, para a marca Ipanema, que é nossa parceria nessa ação”, destaca Roberta Ramos, gestora de projetos da Abicalçados. “Será uma ótima oportunidade de interação da marca com o público, que vem dos mais diversos países do mundo. Além disso, as mais de 600 sandálias fabricadas especialmente para esta ação terão um destino nobre, já que serão doadas à ONG Save the Children”, conclui Roberta.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abicalçados

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Bread & Butter será realizada em três cidades

Além de Barcelona e Berlim, Seul também receberá o evento

Está acontecendo, até o dia 10 de julho, a edição de primavera-verão 2015/16 da Bread & Butter. O evento que conta com cobertura exclusiva do portal UseFashion, terá em breve suas fotos publicadas no segmento Feiras*. Durante o evento foram anunciadas as três próximas edições, que devem ocorrem em cidades distintas.

Pela primeira vez, a Bread & Butter terá uma edição em Seul, na Coréia do Sul. O evento será realizado entre os dias 3 e 5 de setembro de 2015. Já a edição de inverno 2016  acontece em Barcelona entre os dias 8 e 10 de janeiro no Museu Nacional de Arte da Catalunha, e a edição de verão 2016/17, com data a ser definida, volta para Berlim, onde já foi realizada em 2003 e em 2009. A Feira Internacional abrange diversos setores, como calçados, acessórios e moda urbana. O público-alvo do evento são os profissionais de área, como designers, estilistas, comerciantes, representantes de marcas, fabricantes e fornecedores.

Local da feira em Seul | Divulgação evento em Barcelona

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Bruna Marquezine chama atenção no lançamento da novela

No último domingo, 2, aconteceu a festa de lançamento da nova novela das 21 horas da Rede Globo, Em Família. O elenco e convidados compareceram ao evento com looks dignos de um red carpet. Entre as famosas, Bruna Marquezine, que viverá Helena na segunda fase da trama, chamou a atenção com um modelo Dolce & Gabbana. A peça em comprimento mídi tem estampa floral com maxilaço marcando a cintura, revelando sofisticação e feminilidade ao visual. Além disso, para finalizar o look elegante e chique, optou por scarpin da marca Christian Louboutin, clutch da Louis Vuitton e brincos do designer Ara Vartanian, em ouro branco e com ametistas, rubis e diamantes cravejados. A cantora Sandy, grávida de seu primeiro filho, optou pela vestido curto bordado, repleto de brilho. Para não pesar no visual, o make suave e acessórios neutros. Já a cantora e atriz Manu Gavassi investiu no hit das últimas temporadas, o top cropped em tonalidade clara. Atenção para os detalhes de correntes no colo e ombros, dando um toque moderno à produção básica.

Os longos com fendas também se destacaram no evento. Solange Soares, que viverá Mafalda na novela, escolheu um vestido nude repleto de bordados usado com uma clutch no mesmo tom. A atriz Maria Eduarda, a Vanessa de Em Família, optou por uma peça em tonalidade vibrante feita em tecido fluído, apostando em um cinto para marcar a cintura. Por outro lado, Giovanna Antonelli investiu no P&B em sua produção, que foi umas das preferidas no evento. Atenção à transparência no colo, que reforçou delicadeza ao visual.

A elegância das atrizes no lançamento foi evidenciada pelos vestidos longos, que foram as principais apostas do evento. Julia Lemmertz, que será a Helena na terceira fase da trama, mostrou toda a sofisticação através da blusa com detalhes no colo e saia longa em tom escuro. Helena Ranaldi, que interpreta Verônica, escolheu um vestido em azul-claro com uma manga e drapeados na região da cintura, ressaltando leveza no visual. Já o preto e a transparência foi a aposta de Agatha Moreira, que viverá a rebelde Gisele na trama. Para não pesar na produção, optou por coque e make suave.

Por fim, entre os longos que chamaram a atenção no lançamento estavam os modelos com recortes no colo. Tainá Muller, a Marina da novela, Alice Wegmann, que viverá sua primeira vilã, Shirley, na segunda fase da novela, e a atriz Bianca Rinaldi, que recentemente assinou contrato com a Globo e interpretará a médica Sílvia, investiram em cores neutras, porém com brilho, ou em detalhes ou na peça inteira.

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Burberry usa sacolas e caixas em decoração de vitrine!

A loja Burberry de Düsseldorf usou sacolas, caixas e produtos da marca como lenços, carteiras e bolsas para decorar sua vitrine. A utilização de um manequim com os objetos passou a ideia de uma pessoa carregada de compras. Para complementar, foram pendurados corações recortados em papel dourado.

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Caçadores de tendências realizam palestra em Porto Alegre

Francesco Morace e Sabina Deweik falam sobre o comportamento e consumo no Brasil

Os caçadores de tendência Francesco Morace e Sabina Deweik, trazem pela primeira vez a Porto Alegre, a palestra Cenário Internacional de Tendências: Os novos consumidores do Futuro e as Forças da Inovação, que irá abordar o comportamento e o consumo no Brasil, nesta sexta-feira, 28, das 13h30 às 18h no Plaza São Rafael.

Para esta edição, Francesco, presidente do Future Concept Lab, diz que a ideia central é discutir as mudanças de paradigmas. “Se até então, os padrões da conquista e do sucesso eram puramente econômicos, hoje, refletimos sobre a dialética do valor, economia e psicologia, sucesso material e felicidade. Conceitos que vêm modificando o comportamento dos consumidores em todos os segmentos”, declara Francesco. Além dele, o encontro terá a participação de Sabina Deweik, representante do instituto no país.

O encontro promovido pela empresa Luxo Brasil tem a proposta de replicar o modelo italiano Future Vision Workshop, que acontece há 12 anos em Milão. Os palestrantes irão trazer uma atualização das tendências nas áreas de moda, consumo, comunicação e varejo com uma abordagem sociológica. “O objetivo não é apenas deixar os participantes antenados sobre as próximas tendências, mas abordar os cenários de comportamentos que resultam em manifestações nas mais diversas áreas”, afirma Sabina. As vagas são limitadas e a inscrição que custa R$ 750 pode ser feita através do e-mail: comercial@luxo-brasil.com

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Cadarço de elástico possibilita customização de tênis

Acessório da marca Hickies pode ser usado em qualquer modelo de tênis

Criado para facilitar o trabalho na hora de colocar e tirar os tênis, os cadarços elásticos da marca Hickies tem se apresentado como uma alternativa de customização de calçados. O acessório substitui os cadarços tradicionais dando a oportunidade de criar um estilo diferenciado através das cores e da forma de fechamento. O Hickies Elastic Lacing Sistem pode ser usado em qualquer modelo de tênis, tanto adulto quanto infantil. Vendido em kits, as peças são colocadas individualmente, mas as cores podem ser misturadas.

A marca lançou recentemente um aplicativo no qual o usuário consegue visualizar como seu tênis ficaria com as cores que estão disponíveis para compra. No app, também é possível adquirir os acessórios, além de ver como funciona o fechamento do cardarço. 

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Cães estrelam campanha de acessórios

A grife italiana Trussardi desenvolveu a campanha primavera-verão 2014/15 de acessórios com cães ao invés de modelos. As imagens mostram os cachorros de raça galgo vestindo jaqueta e/ou camisa, além de óculos de sol, bolsas e mochila. “Eu dedico este projeto para os galgos de Trussardi: misteriosamente calmos, maravilhosamente fotogênicos e, acima de tudo, extremamente elegantes”, disse o fotógrafo responsável pelas fotos, William Wegman.

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Caio Braz abordou o conceito de storytelling na moda durante a Maratona MUDE

torytelling na moda. Este foi o mote da segunda palestra da Maratona MUDE. Ministrada pelo repórter de moda e apresentador do canal GNT, Caio Braz, a apresentação desmembrou o conceito de ‘contar história através de produtos e marcas’.

A Maratona MUDE ocorreu nos dias 25 e 26 de setembro, em Porto Alegre/RS, promovida pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) com patrocínio da Couromoda.

“Qual é a sua mensagem?”, questionou Braz, dirigindo a pergunta aos empreendedores que planejam dar início a uma marca. Segundo ele, que lançou sua marca homômina de moda masculina em 2012 (www.caiobraz.iluria.com), o branded content, que nada mais é o que o conteúdo de uma marca, é constituído de informação, publicidade e entretenimento.

A outra reflexão proposta tratou das plataformas em que um negócio precisa estar. “A interação é fundamental para o sucesso. As pessoas têm reações negativas quando recebem somente campanhas diretas do produto”, afirmou ele, citando a Coca-Cola como um case bem-sucedido de etiqueta que usa a publicidade não para mostrar seu produto, mas para vender um conceito – no caso, o de felicidade.

Mercado jovem

“O jovem de 18 a 30 anos é o centro de influência da sociedade, pois é imagem aspiracional tanto para os adolescentes, quanto para os mais velhos”, mensurou o empresário. Assim sendo, a conversa com este público exige muita atenção, tornando-se necessário avaliar se o que a marca quer dizer é o que o jovem quer ouvir.

Braz elencou algumas características do público jovem brasileiro para auxiliar quem deseja empreender no ramo da moda voltada para este  mercado:

– Excesso de conexão: existem mais celulares do que pessoas no Brasil;

– Os jovens brasileiros passam mais horas nas redes sociais do que qualquer país do mundo;

– Política sem polarização;

– Mobilizações pacíficas e simbólicas;

– Não há futuro rígido em longo prazo;

– Somos ‘multidivíduos’, gostamos de músicas, filmes e estilos diferentes ao mesmo tempo.

Os assuntos quentes da juventude

– Mindfulness: conectados todo o tempo, já não vivemos momentos de real silêncio para a mente;

– O corpo é um templo: a preocupação com a alimentação e a saúde estão potencializadas;

– Educação não-formal: a internet empoderou a informação;

– Autoralidade;

– Hackear a própria vida.

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Calçadistas avaliam “reoneração” da folha

Projeto que aumento a contribuição sobre a receita foi aprovado ontem, dia 19, no Senado Federal

Depois de intensas articulações e debates, o Projeto de Lei 57/2015, que aumenta a alíquota paga sobre o faturamento das empresas como forma de substituição da contribuição patronal sobre a folha salarial foi aprovado no Senado Federal. A medida, considerada a última fase do ajuste fiscal proposto pelo governo federal, aumenta a contribuição sobre o faturamento para os 56 setores beneficiados, mas com alíquotas diferenciadas. Setores que atualmente pagam 1% de contribuição previdenciária sobre a folha terão reajuste para 2,5%, enquanto os que desembolsam 2% passam a contribuir com 4,5%. No entanto, alguns setores foram isentos do aumento e outros tiveram um reajuste menor, entre eles o calçadista, que passará a pagar 1,5% sobre o faturamento.

Para o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, “dos males foi o menor”. Embora crítico do aumento da tributação, o executivo ressalta a importância de o projeto ter sido aprovado pelos senadores assim como veio da Câmara dos Deputados no início de julho, com o setor calçadista tendo um aumento de 50% e não 150% como os demais segmentos. “Existia um temor de que o texto pudesse ser alterado. Felizmente, conseguimos com que o setor tivesse um aumento menor”, afirma o executivo, ressaltando a importância das articulações políticas que levaram, ainda durante o processo na Câmara, à inclusão do setor calçadista entre os “beneficiados” com um reajuste menor.

Custos

Apesar de aliviado com a alíquota de 1,5%, Klein aponta que a “reoneração” deve prejudicar o desempenho da indústria calçadista, que no primeiro semestre viu sua produção encolher quase 4% em relação ao mesmo período do ano passado. “O aumento de alíquota sempre é prejudicial para a indústria, em um ano de recessão o quadro fica ainda mais grave”, comenta. Segundo ele, a queda na atividade industrial do setor é embalada pelo freio no consumo de calçados, que no primeiro semestre caiu 5%.

Entenda

A medida de desoneração da folha de pagamentos foi criada em 2011 com o objetivo de aliviar o setor industrial intensivo em mão de obra, que até então pagava para 20% sobre a folha de pagamentos para a Previdência. A partir da desoneração, 56 setores passaram a pagar 1% ou 2,5% sobre a receita bruta.

Diante da queda na arrecadação e buscando o reequilíbrio das contas públicas, neste ano o governo federal passou a trabalhar pelo aumento da alíquota como parte do Ajuste Fiscal conduzido pelo Ministério da Fazenda. O projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados em junho, porém, contou com algumas alterações, como a inclusão do setor calçadista, entre outros, na faixa mais baixa de reoneração. Invés de 2,5%, como a proposta original, o setor passaria a pagar 1,5% sobre o faturamento.

Aprovado no Senado, o projeto segue para a sanção presidencial. Após o aval da presidente Dilma Rousseff, a nova alíquota entra em vigor 90 dias após a publicação no Diário Oficial da União. Durante todo o trâmite a alíquota vigente para o setor calçadista segue sendo de 1% sobre o faturamento.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abicalçados

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Calçadistas comemoram desoneração permanente da folha

Os calçadistas brasileiros estão comemorando o anúncio de desoneração permanente da folha de pagamento da indústria. O benefício, que terminaria este ano, tem auxiliado o setor em um momento difícil tanto no mercado interno como internacional. A avaliação é da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

Segundo o presidente-executivo da entidade, Heitor Klein, o quadro negativo, que aponta para uma queda de 4,5% na produção de calçados no primeiro trimestre deste ano no comparativo com igual período de 2013, só não é pior devido a medida do Governo Federal, em vigor desde 2011. “A medida é de extrema importância para a indústria calçadista que, intensiva em mão de obra, terá significativa redução de custos”, avalia o executivo. Atualmente o setor calçadista gera mais de 340 mil postos de trabalho.

Além do setor calçadista, mais de 50 setores industriais são beneficiados com o anúncio. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a renúncia, em 2014, deve chegar a mais de R$ 21,6 bilhões. A medida permite que as empresas contempladas substituam o pagamento de 20% da folha de pagamentos como contribuição patronal à Previdência Social por 1% ou 2% – para a indústria calçadista a taxa é de 1% – do faturamento.

Fonte: Unidade de Promoção de Imagem Abicalçados

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Calçadistas latino-americanos buscam intercâmbio de informações para conter importações fraudulentas

Encontro das Câmaras de Calçados da América Latina acontece no dia 9, durante a Francal

Com o objetivo de mitigar as fraudes aduaneiras que inundam de importações ilegais os países economicamente mais representativos da América Latina, representantes das Câmaras de Calçados do continente discutiram a criação de um sistema de intercâmbio de informações do comércio exterior de calçados dos países representados. O encontro aconteceu no último dia da Francal, 9 de julho, na Praça de Eventos da feira paulista.

Entre apresentações dos números das indústrias locais, os representantes calçadistas discutiram a necessidade de uma padronização das informações divulgadas. Segundo o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, “nem sempre os dados apresentados pelo país exportador coincidem com os dados apresentados pelo país destino das mercadorias”. A necessidade foi reforçada pelos dados apresentados pelo presidente da associação de calçadistas da Colômbia (ACICAM), Luiz Gustavo Flórez. O representante colombiano ressaltou que o México, atrás somente da China, é o maior exportador de calçados do país, com 10,1 milhões de pares enviados a Colômbia no ano passado. Desses, 7 milhões tinham preço menor de US$ 1. Alejandro Gómez, da câmara de calçadistas do México (CICEG) passou um dado discrepante. Conforme registros oficiais do México, foram exportados para a Colômbia 736 mil pares a um preço médio de US$ 11 por par em 2014.

Para Klein, as fraudes nas importações estão presentes em todos os países com polos calçadistas relevantes e têm efeitos funestos para as produtoras nacionais. O diretor da câmara calçadista do Chile (FEDECALL), Pedro Bosco, acrescentou que o país sul-americano também vem sofrendo com as importações, ainda mais porque o Chile possui uma política de abertura comercial, obediente à Organização Mundial do Comércio (OMC), mesmo “sem reciprocidade”. Segundo Bosco, o resultado dessa abertura sem reciprocidade foi uma invasão de produtos asiáticos que afetou de forma severa a atividade em anos recentes. Em 1991, conforme recorte realizado pela FEDECALL, eram produzidos 35,7 milhões de pares, número que caiu a 7,7 milhões no ano passado. Já em 1991, as importações foram equivalentes a US$ 2,2 milhões, passando para US$ 100 milhões no ano passado. “A nossa indústria não desapareceu, nem irá. A saída para a concorrência com os asiáticos, tanto no mercado interno como internacional, é a aposta em nichos de qualidade e inovação”, disse o representante chinelo.

Panamá

Mesmo com uma produção insignificante de calçados, o Panamá foi apontado como o segundo maior exportador de calçados para a Colômbia, com 19 milhões de pares vendidos em 2014, mais de 5 milhões deles com preço menor de U$ 1. Para o Flórez, são claros os indícios de ilegalidades. “Para amainar o problema do contrabando e das importações fraudulentas, o governo colombiano lançou uma lei específica. É a primeira vez que a Colômbia penaliza o contrabando, o que nos trouxe um pouco de esperança”, disse.

Esforços

Na oportunidade, Gómez ressaltou os efeitos da importação de calçados asiáticos no mercado mexicano e os esforços do governo do país para conter o problema. Conforme o dirigente mexicano, o controle maior das importações ilegais fizeram com que o setor calçadista mexicano crescesse 1,4% nos primeiros quatro meses do ano, depois de três anos consecutivos de quedas. Apesar disso, Gómez ressaltou que apenas 15% dos produtos que chegam ao País estão sendo verificados por observadores indicados pela Câmara. “Alguns países nos acusam de protecionistas, o que não é verdade. A CICEG vem buscando explicar a questão, destacando que as ações governamentais são esforços para conter a ilegalidade e não as importações de uma maneira geral”, frisou.

Tamanhos

A padronização do tamanho dos calçados também foi levantada na reunião. “É importante obter um mesmo padrão de tamanhos na América Latina. No Brasil, Argentina, Chile e Uruguai temos ponto francês, no México é centimetrado”, justificou Bosco. Para Klein, a ideia de unificação é fundamental e deve ser discutida com mais longo prazo, encontrando pontos de coincidência. Na oportunidade, o Chile ficou responsável pelo estudo de uma padronização das medidas de calçados.

Responsabilidade social

A Câmara da Argentina destacou a importância de condutas de responsabilidade social e sustentabilidade e a possibilidade de criação de uma certificação para as empresas. O representante argentino, Sérgio Panossian, destacou que irá remeter um projeto para sugestões dos demais participantes. Segundo o argentino, existem oportunidades comerciais importantes para empresas que adotam processos sustentáveis. Durante o intervalo realizado para uma coletiva de imprensa, Panossian frisou que a indústria buscar melhores condições de competitividade não deve ser confundido com precarização do trabalho. “Estamos falando do trabalho do nosso povo, produzir com competitividade não pode estar ligado somente ao fator da mão de obra barata. Quando a imprensa mundial fala sobre livre comércio deve falar disso também”, pontou Panossian.

O encontro das Câmaras da América Latina discutiu, ainda, a participação do grupo no Fórum Internacional do Calçados, que acontecerá em Milão no dia 4 de setembro. O próximo encontro, ainda sem data definida, deve acontecer no Chile até o final do ano.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abicalçados

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Calçadistas superam expectativas na Colômbia

Negócios fechados durante a IFLS, encerrada no dia 4 de fevereiro, superam em 24% o volume de vendas registrado na edição do ano anterior

A 33ª edição da International Footwear and Leather Show – IFLS trouxe bons frutos às 28 marcas brasileiras participantes. Encerrada no dia 4 de fevereiro, na capital Bogotá, a feira foi marcada pela realização de contatos importantes e pela promessa de bons negócios para os próximos meses.

A participação da indústria calçadista nacional na IFLS teve o apoio do Brazilian Footwear, programa de promoção a exportações desenvolvido em parceria entre a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

As cifras registradas são animadoras. Os negócios fechados durante a feira superam em 24% o volume de vendas registrado na feira do ano anterior, alcançando a marca de US$ 1,24 milhão, resultado da comercialização de 1,7 milhão de pares. Para os próximos seis meses, as expectativas de vendas atribuídas à participação das marcas na feira superam os US$ 18 milhões.

No total, foram 378 os contatos feitos pelas marcas brasileiras durante a mostra, dos quais 143 novos. Além dos colombianos, conferiram as novidades do calçado Made in Brazil compradores de países como Panamá, Guatemala, Equador, Costa Rica, Peru, Jamaica, Venezuela e Chile.

A próxima edição da mostra colombiana já tem data marcada: de 2 a 4 de agosto de 2016, no espaço Corferias, em Bogotá. Apresentaram suas coleções outono-inverno 2016 nesta edição de fevereiro as marcas Malu Super Comfort, Território Nacional, Pegada, Andacco, Bibi, Itapuã, New Face, Vizzano, Beira Rio, Moleca, Molekinha, Modare, Pé com Pé, Kidy, Ramarim, Comfortflex, Whoop, Klin, Usaflex, Via Scarpa, Scarpinha, Pampili, Grendha, Rider, Cartago, Ipanema, Zaxy e Grendene Kids

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Calçadistas têm boas expectativas para feira na Itália

Ações também preveem participação na Expo Milano com “Árvore Social”

A combinação entre a qualidade do calçado brasileiro e o dólar em um patamar mais competitivo para a exportação eleva as expectativas de negócios das empresas nacionais que levarão suas marcas para a theMicam, que ocorre de 1 a 4 de setembro em Milão, na Itália, através do projeto Export Thinking. As representantes da indústria calçadista nacional têm a sua participação na feira apoiada pelo programa Brazilian Footwear, mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A coordenadora da Unidade de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, aponta que dado o caráter internacional da feira e considerando as projeções de crescimento da economia mundial, a expectativa é que essa edição da theMICAM possa ser uma oportunidade de alcançar novos mercados e clientes. “Esperamos que as empresas saiam com resultados de vendas iguais ou superiores ao semestre passado, considerando também um aumento no número de novos contatos e oportunidades alinhadas para follow up pós evento”, destaca.

Segundo levantamento da Abicalçados, na última edição de verão, a participação das marcas brasileiras na theMicam gerou mais de US$ 10,2 milhões em negócios fechados durante a mostra.

Tradicional país expositor na theMicam, o Brasil apresentará novidades nesta edição do evento, que deve receber cerca de 40 mil visitantes das mais diversas nacionalidades. Pela primeira vez, o estande do Brazilian Footwear na feira contará com a exposição de produtos das marcas brasileiras participantes, destacando suas localizações nos pavilhões e possibilitando, dessa forma, um melhor atendimento a potenciais compradores que normalmente visitam o estande.

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Também durante a feira, no dia 2, ocorrerá um evento de relacionamento com a imprensa, quando será feito o lançamento do novo site do Brazilian Footwear, que deixará de ser institucional para se tornar a Vitrine Virtual, uma exclusiva plataforma B2B que visa aproximar marcas brasileiras e compradores internacionais. Ainda durante esse encontro, os jornalistas e formadores de opinião irão conhecer a “árvore social”, criada pela Abicalçados em parceria com a marca Ipanema. A exposição é um dos resultados da ação que está sendo realizada pela entidade, através do Brazilian Footwear, com a marca de sandálias Ipanema, na Expo Milano.

Seminário preparatório

As marcas brasileiras que participam do Export Thinking da theMicam terão acesso a um Seminário Preparatório organizado exclusivamente para o evento, que tratará de temas como a importância de ouvir o cliente, principalmente varejista, e responder às suas demandas específicas, agregando valor através de serviços. Além disso, o seminário trará também um especialista de mercado para apresentar dados sobre países europeus em crescimento e sobre onde estão as reais oportunidades para o segmento de calçados. “Tudo com o objetivo de compreender e atender com excelência as demandas de compradores internacionais, com suas diferentes culturas e canais de distribuição”, completa Letícia.

Para a coordenadora, os compradores que comparecem à theMicam têm perfis muito diversificados e vêm de todas as partes do mundo. “A maioria dos compradores visita a feira com agenda fechada, reduzindo as chances de negócios ao acaso. O trabalho pré-feira é imprescindível e por saber disso as empresas associadas do Brazilian Footwear já vêm para a mostra com agendamentos prévios e boas expectativas de negócios”, ressalta Letícia.

Apresentarão suas coleções de primavera-verão na theMicam as marcas Anatomic & Co, Moema, Boaonda, Carrano, Cecconello, Democrata, Kildare, Dumond, Capodarte, Lilly’s Closet, Madeira Brasil, Sapatoterapia, Werner, Vizzano, Beira Rio, Moleca, Molekinha, Modare, Sollu, Rider, Ipanema, Grendha, Zaxy, Tabita, Paolo Sesto, Capelli Rossi, Indiana, Usaflex, Stéphanie Classic, Andacco, Freeway Easywear, Itapuã, Piccadilly, Piccadilly for Girls, Ramarim, Radamés, Kontatto, Savelli, Pegada, Toni Salloum, Ortopé, Steps on Green, Francajel, Frattina, Suzana Santos, Renata Mello, Art’s Brasil, Jorge Bischoff, Loucos e Santos, Guilhermina, Raphaella Booz, Luz da Lua e Cristófoli.

Expo Milano

Além de marcar presença na theMicam, a indústria calçadista brasileira estará representada no pavilhão do Brasil na Expo Milano. De 24 de agosto a 4 de setembro, ocorre o evento Brazilian Footwear e Ipanema na Expo Milano, que levará o ativista criativo da Ipanema e de outras marcas da Grendene, Edson Matsuo, a Milão para um bate-papo com turmas de moda de escolas locais sobre “Desobediência criativa na crise e design-to-serve”.

A parceria entre o Brazilian Footwear e a Ipanema prevê também uma ação denominada “Árvore Social”, em que o público em geral presente na Expo poderá customizar 600 pares de sandálias Ipanema criadas especialmente para o evento utilizando diversos adereços decorativos à disposição no local, como fitas, lã, miçangas, linhas, lantejoulas, correntes, entre outros. As sandálias brancas serão retiradas de uma árvore natural, para onde voltam após serem personalizadas para fins de exposição. A personalização poderá ser realizada de 24 a 26 de agosto e a Árvore Social seguirá exposta no espaço até o dia 4 de setembro de 2015, data em que as sandálias serão recolhidas e encaminhadas para doação a uma instituição de caridade.

“Queremos aliar o potencial de imagem de um dos maiores eventos do mundo, que é a Expo, a oportunidades comerciais e de promoção de imagem para as marcas calçadistas brasileiras, gerando um grande buzz para as nossas empresas e, especialmente, para a marca Ipanema, que é nossa parceria nessa ação”, destaca Roberta Ramos, gestora de projetos da Abicalçados.

Segundo ela, a ação do Brazilian Footwear e Ipanema na Expo Milano deve ser comunicada para outros países onde o programa de exportações tem relações públicas, como Estados Unidos, Colômbia, China, Rússia, Alemanha, além da própria Itália. “Vamos convidar blogueiras de moda a participar da ação, personalizando a sua Ipanema. A proposta é transformar esse evento em algo ainda maior, já que a Expo é uma iniciativa mundial.”

Fonte: Assessoria de Imprensa – Abicalçados

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Calçadistas têm boas expectativas para feira na Itália

Empresas nacionais levarão suas marcas para a theMicam, que ocorre de 1 a 4 de setembro em Milão.

A combinação entre a qualidade do calçado brasileiro e o dólar em um patamar mais competitivo para a exportação eleva as expectativas de negócios das empresas nacionais que levarão suas marcas para a theMicam, que ocorre de 1 a 4 de setembro em Milão, na Itália, através do projeto Export Thinking.

As representantes da indústria calçadista nacional têm a sua participação na feira apoiada pelo programa Brazilian Footwear, mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A coordenadora da Unidade de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, aponta que dado o caráter internacional da feira e considerando as projeções de crescimento da economia mundial, a expectativa é que essa edição da theMICAM possa ser uma oportunidade de alcançar novos mercados e clientes.

“Esperamos que as empresas saiam com resultados de vendas iguais ou superiores ao semestre passado, considerando também um aumento no número de novos contatos e oportunidades alinhadas para follow up pós evento”, destaca. Segundo levantamento da Abicalçados, na última edição de verão, a participação das marcas brasileiras na theMicam gerou mais de US$ 10,2 milhões em negócios fechados durante a mostra.

Tradicional país expositor na theMicam, o Brasil apresentará novidades nesta edição do evento, que deve receber cerca de 40 mil visitantes das mais diversas nacionalidades. Pela primeira vez, o estande do Brazilian Footwear na feira contará com a exposição de produtos das marcas brasileiras participantes, destacando suas localizações nos pavilhões e possibilitando, dessa forma, um melhor atendimento a potenciais compradores que normalmente visitam o estande.

Também durante a feira, no dia 2, ocorrerá um evento de relacionamento com a imprensa, quando será feito o lançamento do novo site do Brazilian Footwear, que deixará de ser institucional para se tornar a Vitrine Virtual, uma exclusiva plataforma B2B que visa a aproximar marcas brasileiras e compradores internacionais.

Ainda durante esse encontro, os jornalistas e formadores de opinião irão conhecer a “árvore social”, criada pela Abicalçados em parceria com a marca Ipanema. A exposição é um dos resultados da ação que está sendo realizada pela entidade, através do Brazilian Footwear, com a marca de sandálias Ipanema, na Expo Milano.

As marcas brasileiras que participam do Export Thinking da theMicam terão acesso a um Seminário Preparatório organizado exclusivamente para o evento, que tratará de temas como a importância de ouvir o cliente, principalmente varejista, e responder às suas demandas específicas, agregando valor através de serviços.

Além disso, o seminário trará também um especialista de mercado para apresentar dados sobre países europeus em crescimento e sobre onde estão as reais oportunidades para o segmento de calçados. “Tudo com o objetivo de compreender e atender com excelência as demandas de compradores internacionais, com suas diferentes culturas e canais de distribuição”, completa Letícia.

Para a coordenadora, os compradores que comparecem à theMicam têm perfis muito diversificados e vêm de todas as partes do mundo. “A maioria dos compradores visita a feira com agenda fechada, reduzindo as chances de negócios ao acaso. O trabalho pré-feira é imprescindível e por saber disso as empresas associadas do Brazilian Footwear já vêm para a mostra com agendamentos prévios e boas expectativas de negócios”, ressalta Letícia.

Apresentarão suas coleções de primavera-verão na theMicam as marcas Anatomic & Co, Moema, Boaonda, Carrano, Cecconello, Democrata, Kildare, Dumond, Capodarte, Lilly’s Closet, Madeira Brasil, Sapatoterapia, Werner, Vizzano, Beira Rio, Moleca, Molekinha, Modare, Sollu, Rider, Ipanema, Grendha, Zaxy, Tabita, Paolo Sesto, Capelli Rossi, Indiana, Usaflex, Stéphanie Classic, Andacco, Freeway Easywear, Itapuã, Piccadilly, Piccadilly for Girls, Ramarim, Radamés, Kontatto, Savelli, Pegada, Toni Salloum, Ortopé, Steps on Green, Francajel, Frattina, Suzana Santos, Renata Mello, Art’s Brasil, Jorge Bischoff, Loucos e Santos, Guilhermina, Raphaella Booz, Luz da Lua e Cristófoli.

Fonte: Francal.com.br

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Calçado brasileiro define alvos

Programa de promoção da Abicalçados define mercados a serem trabalhados

Uma reunião ocorrida no último dia 8 de maio entre participantes do programa Brazilian Footwear e equipe de Inteligência Comercial da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) definiu os mercados-alvo do calçado brasileiro para o próximo biênio. Entre os escolhidos como target do Brazilian Footwear, destaque para os novos integrantes do bloco: México e Alemanha. Completam a lista a China, Colômbia, Emirados Árabes, Estados Unidos e Rússia. O encontro de definição dos mercados aconteceu na sede da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em Novo Hamburgo/RS.

Para o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, os mercados, que foram decididos conjuntamente com os associados ao Brazilian Footwear e Apex-Brasil, são promissores e abrangentes, pois contemplam as regiões em que estão inseridos. “A metodologia para a definição, além de democrática, levou em consideração aspectos sociais e econômicos importantes. Em todos os países escolhidos, com exceção da Alemanha, o consumo de calçados está em ascensão”, avalia.

Avaliação

Presente na reunião, o representante das marcas Piccadilly e Pegada, Felippe Tiago Fleck, sugeriu a renovação dos Emirados Árabes como mercado-alvo do Brazilian Footwear. Segundo ele, o País é uma porta de entrada para o Oriente Médio, que representa fatias importantes das exportações dos clientes representados pela Target Importadora e Exportada, empresa na qual é diretor. “A aceitação de produtos de conforto é muito grande nesta Região”, destaca Fleck, acrescentando que a empresa já atua há mais de dez anos no Oriente Médio. Segundo ele, apesar do potencial daquele mercado, é importante ter a consciência de uma concorrência acirrada motivada pela baixíssima tributação dos produtos importados. “Hoje é um mercado já explorado por Piccadilly e Pegada, mas ainda com muito espaço para crescimento, pois no caso de Dubai, por exemplo, o turismo é muito forte e acaba dando uma visibilidade mundial às marcas”, avalia.

Fleck adianta que a Piccadilly, que já possui dez lojas no Kuwait e uma em Bahrein, deve abrir novos empreendimentos em breve. “Promovendo o calçado brasileiro lá, certamente ajudaremos todas as empresas interessadas a entrarem ou incrementarem sua participação no mercado”, aponta Fleck. Segundo ele, do total exportado pela Piccadilly , 10% tem como destinos países do Oriente Médio. Já a Pegada tem 30% da sua exportação destinada à Região.

Uma das novidades no escopo de mercados-alvo do Brazilian Footwear, o México foi o voto de Altemar Cândido de Souza, vice-presidente de Exportação da Boaonda. O executivo relata que mais de 20% do total embarcado pela empresa tem como destino o México. “É um País ávido por produtos brasileiros e de grande potencial. Além disso, embarcando para o México, temos um acesso facilitado ao mercado dos Estados Unidos”, comenta Souza. Segundo o profissional, também motivou o voto o fato do México ser o segundo maior mercado consumidor da América Latina, perdendo apenas para o Brasil, além da identificação cultural do povo mexicano com o Brasil.

Brazilian Footwear

Criado em 2000, o programa de apoio às exportações de calçados, Brazilian Footwear, tem o apoio da Apex-Brasil, agência ligada ao Governo Federal. A iniciativa, que promove a participação das empresas brasileiras nas maiores feiras internacionais do setor, realiza missões comerciais, estudos de mercados potenciais, promoção de imagem em grandes eventos de moda e traz importadores e jornalistas de fora do País para a participação nas mostras locais é responsável pela pulverização dos produtos brasileiros para mais de 150 países. “Quando assinamos o primeiro convênio com a Apex-Brasil, o calçado brasileiro tinha como destino menos de 100 países. Hoje estamos vendendo menos por fatores macroeconômicos, mas o nosso produto está melhor posicionado. O fato nos faz acreditar que, retomadas as condições ideais de competitividade, podemos crescer substancialmente nas exportações”, comenta o presidente-executivo da Abicalçados.

A renovação do convênio da Abicalçados com a Apex-Brasil está prevista para novembro deste ano.

Perfil dos mercados-alvo

Alemanha

Novidade no escopo dos mercados-alvo do Brazilian Footwear, a Alemanha importou, em 2012, US$ 1,3 bilhão em calçados, sendo apenas US$ 19,4 milhões do Brasil (0,17%). Com uma população de 81,8 milhões de habitantes, o PIB per capita alemão gira em torno de US$ 42,2 mil. No ano passado o consumo de calçados movimentou US$ 13,8 bilhões. A média do consumo de 2008 a 2013 caiu 0,7%. No encontro de definição, a Alemanha foi considerada o melhor mercado da Europa, pela estabilidade da economia e boa aceitação dos produtos de marca própria.

China

Praticamente desconhecida dos calçadistas brasileiros, a China começou a ser trabalhada no convênio anterior. O maior mercado do mundo, com 1,3 bilhão de pessoas e um PIB per capita de US$ 10 mil, deve tomar o posto de principal economia do mundo em breve. No ano passado os chineses consumiram o equivalente a US$ 63,2 bilhões em calçados. O consumo médio de calçados entre 2008 e 2013 aumentou 14,2%. Em 2012 a China importou US$ 3,3 bilhões em calçados, sendo US$ 2,16 milhões do Brasil (0,07%). Com o novo convênio, as ações serão potencializadas naquele mercado.

Colômbia

A Colômbia também já vinha sendo trabalhada no convênio anterior. Com uma população de 48,3 milhões de habitantes e PIB per capita de US$ 10,8 mil, o país sul-americano importou US$ 695,4 milhões em calçados em 2012, sendo US$ 31 milhões do Brasil (4,45%). Em 2013, os colombianos consumiram US$ 2,5 bilhões em calçados e o crescimento médio de 2008-2013 fica em torno de 4,4%.

Emirados Árabes

Considerado porta de entrada para o mercado do Oriente Médio, os Emirados Árabes têm uma população pequena, de 8,4 milhões de pessoas, mas que com um PIB per capita de US$ 54,7 mil possui um potencial de consumo elevado. Em 2012, o País comprou US$ 2,34 bilhões em calçados do exterior, sendo US$ 16 milhões do Brasil (0,68%). Ano passado, o consumo do segmento foi de US$ 1,9 bilhão, computando um crescimento médio de 0,2% entre 2008 e 2013.

Estados Unidos

Principal destino das exportações brasileiras de calçados, a população norte-americana, de 316,3 milhões, consumiu o equivalente a US$ 66,7 bilhões em calçados no ano passado. Em 2012, os Estados Unidos importaram US$ 36,5 bilhões em calçados, sendo US$ 200 milhões do Brasil (0,55%). O PIB per capita é de US$ 53 mil, sendo que o consumo de calçados teve um crescimento médio de 2,6% entre 2008 e 2013.

México

Considerado o segundo principal mercado consumidor da América Latina, atrás apenas do Brasil, o México é a outra novidade do próximo convênio. Em 2012, os mexicanos importaram US$ 1,4 bilhão em calçados, sendo US$ 12,6 milhões do Brasil (0,9%). O crescimento do consumo de calçados no País é o segundo mais alto entre os mercados-alvo, de 6,7% de 2008 a 2013. Ano passado, os mexicanos, que tem um PIB per capita de US$ 20 mil, consumiram US$ 6,8 bilhão em calçados. Além do mais, a proximidade geográfica com os Estados Unidos é considerada uma vantagem logística para a venda de calçados brasileiros.

Rússia

Registrando incremento significativo nas importações de calçados, a Rússia se tornou um mercado-alvo para o Brasil no convênio anterior. Em 2012, os russos importaram mais de US$ 5 bilhões em calçados, sendo US$ 26,7 milhões do Brasil (0,52%). Os mais de 140 milhões de russos consumiram 224 milhões de pares no passado, número estável desde 2008. O PIB per capita, em US$ 18 mil é outro atrativo importante.

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Calçado brasileiro define alvos

Programa de promoção da Abicalçados define mercados a serem trabalhados

Uma reunião ocorrida no último dia 8 de maio entre participantes do programa Brazilian Footwear e equipe de Inteligência Comercial da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) definiu os mercados-alvo do calçado brasileiro para o próximo biênio. Entre os escolhidos como target do Brazilian Footwear, destaque para os novos integrantes do bloco: México e Alemanha. Completam a lista a China, Colômbia, Emirados Árabes, Estados Unidos e Rússia. O encontro de definição dos mercados aconteceu na sede da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em Novo Hamburgo/RS.

Para o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, os mercados, que foram decididos conjuntamente com os associados ao Brazilian Footwear e Apex-Brasil, são promissores e abrangentes, pois contemplam as regiões em que estão inseridos. “A metodologia para a definição, além de democrática, levou em consideração aspectos sociais e econômicos importantes. Em todos os países escolhidos, com exceção da Alemanha, o consumo de calçados está em ascensão”, avalia.

Avaliação

Presente na reunião, o representante das marcas Piccadilly e Pegada, Felippe Tiago Fleck, sugeriu a renovação dos Emirados Árabes como mercado-alvo do Brazilian Footwear. Segundo ele, o País é uma porta de entrada para o Oriente Médio, que representa fatias importantes das exportações dos clientes representados pela Target Importadora e Exportada, empresa na qual é diretor. “A aceitação de produtos de conforto é muito grande nesta Região”, destaca Fleck, acrescentando que a empresa já atua há mais de dez anos no Oriente Médio. Segundo ele, apesar do potencial daquele mercado, é importante ter a consciência de uma concorrência acirrada motivada pela baixíssima tributação dos produtos importados. “Hoje é um mercado já explorado por Piccadilly e Pegada, mas ainda com muito espaço para crescimento, pois no caso de Dubai, por exemplo, o turismo é muito forte e acaba dando uma visibilidade mundial às marcas”, avalia.

Fleck adianta que a Piccadilly, que já possui dez lojas no Kuwait e uma em Bahrein, deve abrir novos empreendimentos em breve. “Promovendo o calçado brasileiro lá, certamente ajudaremos todas as empresas interessadas a entrarem ou incrementarem sua participação no mercado”, aponta Fleck. Segundo ele, do total exportado pela Piccadilly , 10% tem como destinos países do Oriente Médio. Já a Pegada tem 30% da sua exportação destinada à Região.

Uma das novidades no escopo de mercados-alvo do Brazilian Footwear, o México foi o voto de Altemar Cândido de Souza, vice-presidente de Exportação da Boaonda. O executivo relata que mais de 20% do total embarcado pela empresa tem como destino o México. “É um País ávido por produtos brasileiros e de grande potencial. Além disso, embarcando para o México, temos um acesso facilitado ao mercado dos Estados Unidos”, comenta Souza. Segundo o profissional, também motivou o voto o fato do México ser o segundo maior mercado consumidor da América Latina, perdendo apenas para o Brasil, além da identificação cultural do povo mexicano com o Brasil.

Brazilian Footwear

Criado em 2000, o programa de apoio às exportações de calçados, Brazilian Footwear, tem o apoio da Apex-Brasil, agência ligada ao Governo Federal. A iniciativa, que promove a participação das empresas brasileiras nas maiores feiras internacionais do setor, realiza missões comerciais, estudos de mercados potenciais, promoção de imagem em grandes eventos de moda e traz importadores e jornalistas de fora do País para a participação nas mostras locais é responsável pela pulverização dos produtos brasileiros para mais de 150 países. “Quando assinamos o primeiro convênio com a Apex-Brasil, o calçado brasileiro tinha como destino menos de 100 países. Hoje estamos vendendo menos por fatores macroeconômicos, mas o nosso produto está melhor posicionado. O fato nos faz acreditar que, retomadas as condições ideais de competitividade, podemos crescer substancialmente nas exportações”, comenta o presidente-executivo da Abicalçados.

A renovação do convênio da Abicalçados com a Apex-Brasil está prevista para novembro deste ano.

Perfil dos mercados-alvo

Alemanha

Novidade no escopo dos mercados-alvo do Brazilian Footwear, a Alemanha importou, em 2012, US$ 1,3 bilhão em calçados, sendo apenas US$ 19,4 milhões do Brasil (0,17%). Com uma população de 81,8 milhões de habitantes, o PIB per capita alemão gira em torno de US$ 42,2 mil. No ano passado o consumo de calçados movimentou US$ 13,8 bilhões. A média do consumo de 2008 a 2013 caiu 0,7%. No encontro de definição, a Alemanha foi considerada o melhor mercado da Europa, pela estabilidade da economia e boa aceitação dos produtos de marca própria.

China

Praticamente desconhecida dos calçadistas brasileiros, a China começou a ser trabalhada no convênio anterior. O maior mercado do mundo, com 1,3 bilhão de pessoas e um PIB per capita de US$ 10 mil, deve tomar o posto de principal economia do mundo em breve. No ano passado os chineses consumiram o equivalente a US$ 63,2 bilhões em calçados. O consumo médio de calçados entre 2008 e 2013 aumentou 14,2%. Em 2012 a China importou US$ 3,3 bilhões em calçados, sendo US$ 2,16 milhões do Brasil (0,07%). Com o novo convênio, as ações serão potencializadas naquele mercado.

Colômbia

A Colômbia também já vinha sendo trabalhada no convênio anterior. Com uma população de 48,3 milhões de habitantes e PIB per capita de US$ 10,8 mil, o país sul-americano importou US$ 695,4 milhões em calçados em 2012, sendo US$ 31 milhões do Brasil (4,45%). Em 2013, os colombianos consumiram US$ 2,5 bilhões em calçados e o crescimento médio de 2008-2013 fica em torno de 4,4%.

Emirados Árabes

Considerado porta de entrada para o mercado do Oriente Médio, os Emirados Árabes têm uma população pequena, de 8,4 milhões de pessoas, mas que com um PIB per capita de US$ 54,7 mil possui um potencial de consumo elevado. Em 2012, o País comprou US$ 2,34 bilhões em calçados do exterior, sendo US$ 16 milhões do Brasil (0,68%). Ano passado, o consumo do segmento foi de US$ 1,9 bilhão, computando um crescimento médio de 0,2% entre 2008 e 2013.

Estados Unidos

Principal destino das exportações brasileiras de calçados, a população norte-americana, de 316,3 milhões, consumiu o equivalente a US$ 66,7 bilhões em calçados no ano passado. Em 2012, os Estados Unidos importaram US$ 36,5 bilhões em calçados, sendo US$ 200 milhões do Brasil (0,55%). O PIB per capita é de US$ 53 mil, sendo que o consumo de calçados teve um crescimento médio de 2,6% entre 2008 e 2013.

México

Considerado o segundo principal mercado consumidor da América Latina, atrás apenas do Brasil, o México é a outra novidade do próximo convênio. Em 2012, os mexicanos importaram US$ 1,4 bilhão em calçados, sendo US$ 12,6 milhões do Brasil (0,9%). O crescimento do consumo de calçados no País é o segundo mais alto entre os mercados-alvo, de 6,7% de 2008 a 2013. Ano passado, os mexicanos, que tem um PIB per capita de US$ 20 mil, consumiram US$ 6,8 bilhão em calçados. Além do mais, a proximidade geográfica com os Estados Unidos é considerada uma vantagem logística para a venda de calçados brasileiros.

Rússia

Registrando incremento significativo nas importações de calçados, a Rússia se tornou um mercado-alvo para o Brasil no convênio anterior. Em 2012, os russos importaram mais de US$ 5 bilhões em calçados, sendo US$ 26,7 milhões do Brasil (0,52%). Os mais de 140 milhões de russos consumiram 224 milhões de pares no passado, número estável desde 2008. O PIB per capita, em US$ 18 mil é outro atrativo importante.

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Calçado verde-amarelo na vitrine do mundo

Abicalçados promove projetos Comprador e Imagem durante a Francal

A 46ª edição da Francal, feira que acontece entre os dias 15 e 18 deste mês, no Anhembi, em São Paulo, está promovendo o calçado brasileiro para o mundo. Além dos 1,5 mil importadores que são esperados na feira, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) promove os projetos Comprador e Imagem. O primeiro com sete importadores de grande potencial selecionados pela entidade e o segundo com 14 jornalistas dos principais veículos setoriais do mundo.

Depois de um evento de recepção, no hotel em que estão hospedados, os compradores e jornalistas participaram ativamente deste primeiro dia de evento. Segundo Darran Carter, da Alsirhan Shoes, do Kuwait, os produtos brasileiros se destacam pela qualidade. “Costumava comprar sapatos de Portugal, Espanha, China, Itália e Brasil. Agora compramos somente da Itália e Brasil. Viemos para a Francal procurando incrementar as linhas masculinas e também para introduzir nas lojas produtos dos segmentos feminino e infantil”, destaca.

Para Yury Zverev, do Klondike Gourd, da Rússia, a primeira visita à Francal tem sido satisfatória. “Buscamos produtos do segmento conforto feminino, masculino e infantil”, comenta. Segundo ele, para o segmento infantil existe uma dificuldade que restringe as compras. “Na Rússia algumas restrições importantes para o segmento infantil”, informa Zverev. A legislação russa atual obriga o uso de materiais naturais nas partes que estão em contato com a pele da criança, logo essas peças não podem ser feitas com materiais sintéticos.

Já trabalhando com uma fama de marcas brasileiras, Alfonso Bejarano, da Calzado Nueva Moda, da Colômbia, diz que veio à feira em busca de novas marcas, “novas possibilidades para a empresa”.  “O produto brasileiro é muito bem aceito pelo consumidor da Colômbia devido à qualidade e conforto”, destaca Bejarano.

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No âmbito de imagem, a Abicalçados trouxe 14 jornalistas estrangeiros para a feira calçadista.  Sérgio Camacho, da revista Carrusel, está pela primeira vez na Francal. Segundo ele, que escreve uma matéria sobre calçados femininos brasileiros, chama a atenção a qualidade, as cores e o design do produto verde-amarelo. “Estamos ouvindo marcas que já vendem para a Colômbia e outras que trabalham com moda e tendências genuinamente brasileiras”, conta.

Pela primeira vez no Brasil, o editor da Hearst China, Yu Jiahua, gostou dos produtos que viu. “Estamos buscando produtos femininos, pois escrevemos sobre moda para mulheres”, diz.

As agendas dos comunicadores internacionais segue amanhã com um roteiro pela cidade de São Paulo e quinta-feira com uma visita à badalada rua Oscar Freire.

Tanto os compradores como os jornalistas foram trazidos para o Brasil através do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) com o apoio da Apex-Brasil.

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Calçados azuis para ficar em dia com a saúde e a moda

Novembro Azul é uma campanha de engajamento mundial que visa à prevenção ao câncer de próstata

Após as campanhas de conscientização do câncer de mama no mês de outubro, é a vez do Novembro Azul alertar a população a respeito da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata. O movimento, que surgiu na Austrália em 2003, ganhou o dia mundial da prevenção à doença: 17 de novembro.

Quando diagnosticado precocemente, o câncer de próstata tem altas chances de cura, cerca de 90%. Os exames preventivos devem começar a partir dos 40 anos de idade e dentre os principais sintomas estão desconforto ao urinar e sangramento na urina.

Para os homens que gostam de estar em dia com a moda e a saúde, muitas marcas oferecem modelos em tonalidades, acabamentos e estilos diferentes de calçados na cor azul. Taí uma boa forma de apoiar a causa.

Na foto: 1ª Coluna Ferracini e Jotapé / 2ª Coluna Toni Salloum e Super Star